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STRONDUM

Cláudio Henrique Eurípedes de Oliveira, Bacharel e Licenciado em Filosofia na Universidade Federal de Uberlândia, graduando em Artes Visuais pela mesma Universidade e aluno do Programa Virtual Disseminador de Educação Fiscal do ESAF. Iniciou sua atividade artística em 1987 através do movimento de dança de rua em Uberlândia.

Nádia Yoshi Ribeiro Higa, Graduada em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia, cursou um ano de dança na Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Motricidade Humana. Atualmente faço aulas de ballet clássico e moderno, participo de uma montagem sobre o Holocausto e fiz aulas de voz . Além de ser integrante do Coletivo Teatro da Margem.

Lucas Dilan Martins Corrêa, Graduando em artes visuais pela Universidade Federal de Uberlândia - Membro do Coletivo Tetaro da Margem. Atuações 2011/2012 apresentação do espetáculo “ A Saga no sertão da farinha podre ” coletivo teatro da margem.

Andressa Boel, Artista Visual, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG), graduada em licenciatura e bacharelado pela (UFUMG) desde 2013. É performer e pertence ao Strondum desde 2014.
Mariane Araujo Vieira, 23 anos. Nascida em Uberlândia, Minas Gerais. É bailarina do Grupo Strodum e do Núcleo de Pesquisa de Improvisação em dança. Atua como professora de dança contemporânea no Passo de Art e é membro de equipe da Casa da Árvore. Tem formação em bacharelado em Dança pela Universidade Federal de Uberlândia e faz pesquisas na área de composição em tempo real e improvisação.

 

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Ferro-velho

A ideia do vídeo surgiu a partir do trabalho Carcaça, realizado pelo Strondum em diversas cidades do Brasil, no qual o grupo desloca uma carcaça de carro para um espaço movimentado da cidade e utiliza-a para ações cênicas e/ou improvisações. Guiado pelos conceitos de transformação, deformação e sustentação - em conexão com ação do corpo e a cidade - o grupo propõe uma intervenção urbana que envolve técnicas de dança e artes visuais, traduzidos em movimentos bruscos, quedas e embates diversos entre corpo e máquina, até que essa série de confrontos termine com a destruição da mesma, que funciona como ícone sustentador do bem-estar social. Sendo assim, propus que o grupo desenvolvesse esse trabalho no local onde se concentra um grande número de carcaças (o ferro velho), direcionando sua performance para o vídeo, num tentativa de expressar, na linguagem audiovisual, a força de um contragolpe.

                                                                           - Alex Oliveira

Ficha técnica

Performers/Dançarinos: Andressa BoelCláudio Henrique StrondumLucas Dilan DilanMariane Araujo e Nádia Yoshi
Direção e edição: Alex Oliveira 
Câmeras: Alex Oliveira e Yuji Kodato 
Som direto: Lucas Vidal
Produção: Nóis
Incentivo: Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia
Patrocínio: Moinho Sete Irmãos, Landix e Eficaz: Sistemas Globais.